Convidados

Chefs convidados da 10ª Folia

Gastronômica de Paraty

 

Alberto Landgraf

 

Alberto Landgraf é um dos jovens chefs líderes no Brasil. Sua culinária naturalista brasileira focada em vegetais, conta com o suprimento dos melhores ingredientes e faz o máximo para realçar seus sabores naturais através de técnicas modernas e tradicionais.

Sem esquecer as relações humanas entre os produtores, funcionários e clientes, o estilo criativo de Landgrafse esforça não apenas pela excelência, mas pelo comércio justo e pela tentativa de tornar o mundo um lugar melhor para todos os envolvidos na cadeia alimentar.

Em janeiro de 2016, após cinco anos de sucesso à frente do restaurante epice, em São Paulo, Alberto decidiu se mudar para o Rio de Janeiro para começar uma família e um novo projeto, a OTEQUE, que já está entre os principais destinos para gourmets e foodies da cidade, premiado como o melhor restaurante contemporâneo do Rio de Janeiro pela Revista Veja.

A OTEQUE foi construída sobre uma antiga casa preservada de 1938 no bairro de Botafogo e tem como única filosofia culinária os ingredientes da mais alta qualidade, principalmente peixes e frutos do mar, uma política de vegetais orgânicos e tentando simplificar o que é sofisticado e sofisticado.

 


 

Yara Roberts

 

Yara Castro  Roberts recebeu sua formação de chef de cozinha na Universidade de Boston, de pastelaria francesa na prestigiada École Ritz Escoffier em Paris e participou de seminários especializados sobre a história da culinária no Racdcliff College da Harvard University. Na América do Norte dá aulas de cozinha e cultura brasileira em prestigiosas escolas de gastronomia como a Cambridge Culinary School of Arts, Boston University e a Hospitality School da Universidade do Canada. No Brasil Yara criou a Academia de Cozinha & Outros Prazeres em Paraty onde oferece aulas/jantares, cursos de cozinha brasileira e técnicas de culinária francesa. Seus cursos são muito concorridos não só pelo conteúdo das aulas, mas também pela didática estimulante que ela utiliza.

Na Folia Gastronômica de Paraty,  Yaraapresenta uma receita que proporciona num só prato uma autêntica experiência da culinária paratiense. Durante a apresentação Yara destaca a importância da história da culinária de Paraty desde o presente, inserindo-a no passado e na história do Brasil através da ligação entre os ingredientes e os pratos.Ingredientes ícones da terra como a farinha de mandioca, a sororoca, camarão sete barba e a banana da terra se harmonizam ao serem assados na folha de bananeira.

 


 

Maria Capai

 

Formada em artes plásticas, a chef Maria Capai passou a se dedicar à cozinha e à transferência de conhecimento a partir de 2009, quando se mudou para São Paulo e lançou o blog de gastronomia DigaMaria.

Maria produz e apresenta um programa de TV de mesmo nome no Canal ChefTV e já ministrou aulas de culinária em diversos eventos.

A partir de 2015, Maria Capai passou a se dedicar à pesquisa sobre a culinária das comunidades tradicionais de Paraty e Ubatuba (SP) e coordenou a produção do livro “À Beira do Fogão”.  É a particularidade desta última experiência que Maria Capai traz à X Folia Gastronômica de Paraty, o redescobrimento da cozinha afetiva com os ingredientes de Ubatuba e região.

 

 


 

Narbal Corrêa

 

 

O chef Narbal Corrêa traz a Paraty a riqueza e a complexidade da gastronomia inspirada nos frutos do mar, resultado de uma longa vivência com o mar e do sucesso de empreendimentos como o Rita Maria Lagosteria, restaurante que comanda ao lado da filha mais velha, no centro de Florianópolis.

Narbal já atuou como consultor gastronômico e se dedicou à profissão de mergulhador subaquático, o que lhe conferiu um conhecimento adicional extraordinário sobre os frutos do mar.  Por conta dessas atividades, ficou conhecido em Florianópolis como o “chef mergulhador”.

Narbal também é o coordenador da confraria de chefs ONG Floripa do Amanhã, responsável pelo projeto que levou Florianópolis a também onquistar o título de cidade criativa pela gastronomia, da Unesco.

 

 


 

Guga Rocha

 

 

Guga Rocha é hoje um dos nomes mais celebrados da nova geração de chefs brasileiros. Com experiências em mais de trinta  países como Itália, Portugal, Espanha, Tailândia, Indonésia, Grécia, Canadá e França, Guga faz uma cozinha criativa, imprevisível, leve e rica em sabores. Fruto de sua contínua pesquisa da cultura nacional aliada a uma curiosidade pela diversidade e exotismo da gastronomia mundial.

 

Também pesquisou pelos recantos distantes do Brasil as origens da nossa história gastronômica.  Lidera hoje a mais completa pesquisa sobre a culinária quilombola, resgatando e salvaguardando as raízes da nossa cultura. Na panela desse artista da cozinha moderna brasileira o saber e o sabor andam de mãos dadas sempre.Com essas fontes de inspiração, ele criou o que chama de Cozinha Tropicalista, estilo culinário inspirado na ideia do movimento tropicalista de utilizar influências das correntes mundiais; sob uma ótica das tradições, da cultura e do folclore brasileiro.

 


 

Artur Bestene

 

 

 

Artur Bestene, o Artuzão, é paraense de Belém e atua como cozinheiro profissional desde 2000. Começou a cozinhar com a avó libanesa e foi proprietário uma das primeiras hamburguerias artesanais do país, a Circus Hamburgueria. Fundada em 2005, a Circus ganhou vários prêmios e esteve na lista das melhores hamburguerias do Brasil, segundo a revista Veja.

 

Na Estação das Docas, ponto turístico de Belém, Artuzão comandou o Búfalo Steakhouse, casa de carnes bubalinas. Também comandou o Old School Gastropub, onde fundiu os ingredientes amazônicos com hits da gastronomia de pub. Entre as criações de Bestene estão o “Jamburguer”, feito com queijo marajoara, leite de búfala, castanha do pará e jambu, e o Piraburguer, receita baseada na mistura de carne de pirarucu com banana da terra e óleo de dendê.

 


 

Gentil Sampaio

 

 

O chef Gentil Sampaio começou a trabalhar na área de restaurantes há 16 anos e sua iniciação na gastronomia se deu em Paraty. Gentil manteve um restaurante com a irmã por cinco anos na estrada Paraty-Cunha e, em seguida, abriu o restaurante Casa da Serra, também na mesma estrada, onde montou um cardápio que mescla as influências de Cunha e Paraty. Os ingredientes incluem frango e ovos caipiras, que ele mesmo produz em Cunha, e o peixe, a farinha, a banana e a cachaça de Paraty.

 

A receita de porco na lata que Gentil apresenta na 10ª Folia Gastronômica o chef aprendeu com a sua mãe. A receita, segundo o chef, também tem uma forte identidade com a história de partilhas entre Paraty e Cunha e da época em que seus avós abasteciam Paraty com feijão e carne de porco.

 


 

 

Cozinheiras da Festa do Divino

 

 

Com a participação de Tereza Cananea, Dona Filinha e Luzia Diniz, a farofa de feijão da Festa do Divino de Paraty é uma das atrações das aulas-show inspiradas nas tradições gastronômicas de Paraty na 10ª Folia Gastronômica. À frente do almoço da Festa do Divino, Dona Filinha coordena, todos os anos, um grupo de 40 cozinheiras. Elas se dedicam ao cardápio tradicional da festa, que inclui carne assada, batata, arroz e a farofa de feijão.

 

Aos 91 anos, Dona Filinha participa da preparação do almoço da Festa do Divino há mais de 50 anos. No início, a refeição acontecia na casa do festeiro. Mas a festa cresceu e hoje um grande almoço é servido à população, ao lado da Igreja Matriz. Só para a preparação da farofa, são utilizados 140 quilos de feijão. Para dona Filinha, a participação na Folia Gastronômica é a celebração da união das cozinheiras que ajudam a manter a tradição da Festa do Divino em Paraty.

 

 


 

 

A comida do Quilombo do Campinho

 

 

A culinária do Quilombo do Campinho é protagonizada por mulheres e mostra que é possível servir alimentos saudáveis, direto da agricultura familiar e agroecológica quilombola e da pesca artesanal caiçara.  O Restaurante do Quilombo é um empreendimento comunitário autogerido, onde os princípios da Economia Solidaria são norteadores da filosofia de trabalho.

O restaurante foi inaugurado em 2007 e naquele mesmo ano foi premiado pelo Guia Comer e Beber. Hoje, o restaurante é uma referência na organização comunitária, fomentando a produção agroecológica na região e mantendo uma relação solidaria de comércio com pescadores das comunidades caiçaras do entorno.

Entra os pratos típicos elaborados pelas cozinheiras do Restaurante do Quilombo estão o “Camarão com Taioba” e o “Peixe à Moda Quilombola”.

 


 

 

Felipe Jannuzzi

Há mais de 10 anos, Felipe viaja para conhecer alambiques e produtores de cachaça artesanal. Ao se dar conta da importância cultural da bebida, criou o Mapa da Cachaça, projeto que veria a ser premiado em 2014 pelo Ministério da Cultura. Em 2016, utilizando ingredientes nacionais, lançou pela Espíritos Brasileiros o Virga, primeiro gin artesanal do Brasil.


 

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